O Suficiente

15/04/2019

 

 

 

 

 

O quanto temos é o suficiente? A resposta a esta pergunta será a solução dos problemas? Sou feliz com o que tenho? O quanto é O SUFICIENTE PARA EU SER FELIZ? As respostas a estas perguntas vêm de um encontro entre o raciocínio com os valores do coração e para percebê-las precisaremos refletir em nossos valores e se estes estão em sintonia com as leis universais.

 

Estes valores passam pela GRATIDÃO pela vida, POR EXISTIRMOS. No livro “Gratidão: uma maneira de viver”, Emmet Miller apresenta atitudes de gratidão para sentirmos que temos o BASTANTE: “A gratidão está ligada à sensação de estarmos preenchidos, completos, adequados – de que temos tudo de que precisamos e merecemos. O que eleva a nossa autoestima”.

 

Os vícios têm origem no sentimento de privação, na sensação de vazio e ilusoriamente a pessoa quer completar com alguma substância ou atividade, sejam as drogas, as compras, o sexo desregrado ou a comida em exagero. Procura então, atender à necessidade com coisas, mas nunca fica satisfeito, porque o vazio não pode ser preenchido por coisas externas a si. Consequentemente, continua a querer sempre mais.

 

Afirma M. J. Ryan que: “Nossa sociedade de consumo deve sua existência à capacidade de alimentar uma sensação permanente de insatisfação. Se estivermos satisfeitos com nossa aparência, por exemplo, por que gastar milhões com cosméticos e cirurgias plásticas? Ou com carros caríssimos que suspostamente projetam uma imagem que desejamos ter? Ciranda da competição mesquinha, à medida que cultivamos uma apreciação pelo que TEMOS, percebemos que nosso sentimento de privação é, na maior parte das vezes, uma ilusão, a riqueza da alma que vai nos trazer a felicidade, e não mais um Martini, seios maiores ou o último videogame.

 

Vamos perceber que o prazer do gozo não preenche a alma sedenta pela ética, estética bela, boa e nobre. O profundo caminho para o prazer da alma será sentido pela GRATIDÃO por ter sido criado único no universo e igual aos irmãos em humanidade, seremos felizes com as oportunidades desafios que a vida nos traz por querermos muito evoluir em retribuição à vida pelo que ela nos OFERTA.

 

Inspira-nos Lao Tzu ao afirmar: “Aquele que SABE quanto é o bastante sempre TERÁ o bastante.” Pense nisso, mas pense agora!

 

Saulo Carvalho é consultor financeiro e organizacional e atua oferecendo novos significados para viver as virtudes em abundância. Articulista de A Gazeta, escreve neste espaço aos domingos. saulocarvalho@seubolso.com.br ou www.seubolso.com.br.r.

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