Aceite-se tal como você é

05/08/2019

 

 

      

Somos muito mais do que a nossa conta bancária, nem somos mais importante porque moramos em um bairro chique ou porque usamos roupas de grife, tampouco pela uma profissão de destaque. Somos competentes em algumas coisas e limitados em outras. Eu e você somos ignorantes em situações diferentes. Certamente você é bom em algo que eu não sou. E já possui algo que eu não tenho, então analisemos o que já conquistamos durante nossa vida, para evitarmos o que a maioria faz, sempre querer mais e mais, sem limites.

 

Muitos se frustram por almejarem uma vida perfeita, sem atropelos, onde tudo ocorre sempre sem atropelos. Porém a vida é vivida em ciclos, como uma onda, às vezes lá em cima outras vezes tristeza, altos e baixos são comuns. Por isso, a importância de gostar do que já se tem e evitarmos lastimar pelo que não se tem ou não se pode ter, assim nos levará a uma felicidade possível.

 

Então livremo-nos da "velharia" que carregamos, pois o excesso é bobagem. Usemos apenas roupas bonitas. Teremos uma aparência melhor, sentir-nos-emos melhor, principalmente se aplicarmos esse lema em tudo da sua vida. Diminuamos o nosso closet, os arquivos de trabalho e a bagagem pessoal em um terço. Ademais, pouco alimento, um lar, roupas para vestir, algum agasalho no inverno, educação e água, tudo o mais, além disso, é bom de ter por conforto, mas não é necessário para a sobrevivência. Desse modo viajemos leve através da vida.

 

Abramo-nos para novas ideias, sempre aprendendo coisas e se adaptando. O mundo é uma metamorfose ambulante. Oferecendo oportunidades a todos, daí o valor de não deixar a vida girar em torno de uma só coisa. Entre as facetas diferentes oferecidas pelas circunstâncias, sempre temporárias, nunca foquemos em uma coisa só, sejamos flexíveis para não perdermos oportunidades de crescimento e alegria. Dar tempo ao tempo, que ele cura as feridas, as decepções e tristezas, que passam deixando o aprendizado.

 

Nos dias atuais trabalhamos e produzimos numa velocidade intensa que impede os momentos de reflexão sobre o significado de nossa vida. Vivemos quase que hipnotizados. Todavia, apesar de a sociedade dizer que é mais importante ser rico do que ter amigos íntimos, mais importante ser famoso do que amar, para nós o que vale é a educação dos sentimentos, para um viver livre.

 

Este ano será bom? Se acharmos que sim, estamos está certos, se acharmos que não, também estaremos certos, de uma forma ou de outra vamos conseguir o que desejamos profundamente em nossa mente.

 

Invistamos nosso tempo no lazer saudável, para nos divertir, sorrir e, por fim, lembremo-nos das melodias suaves, que harmonizam, enquanto outras, programadas para a luxúria e a violência, desassossegam, alterando o ritmo nervoso. Das leituras edificantes que instruem e educam da mesma forma que as extravagantes e sensuais corrompem e alteram a escala de valores morais para pior. Hoje à noite, chamemos um amigo para uma conversa sadia, daquelas que levantam o ânimo. Pense nisso, mas pense agora!

 

Saulo Gouveia é consultor financeiro e organizacional e atua oferecendo novos significados para viver as virtudes em abundância. Articulista de A Gazeta, escreve neste espaço aos domingos. saulogouveia@seubolso.com.br ou www.seubolso.com.br.

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