Como ser um exemplo do bem

09/12/2019

 

 

 

Um monge e seus discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora o escorpião o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair, novamente no rio. Foi então à margem, tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou. Voltou-se e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.

 

- Mestre, o senhor deve estar doente! Por que foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda, picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!

 

O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu: - Ele agiu conforme sua natureza; e eu, de acordo com a minha.

 

Fazer o bem é ir além do que nos chega de oportunidades, criar boas oportunidades, sendo exemplo e influenciando com nossas atitudes. Vejamos algumas atitudes do bem.

 

Compareça sempre um pouco antes da hora marcada em seus compromissos. Se por acaso houver um imprevisto, avise bem antes, caso possível. Caso não tenha como comunicar esclareça depois os motivos, com consciência de quem somente atrasa, em exceções.

 

Somente falte a um bom compromisso se o motivo for muito forte. Às vezes uma pequena gripe tira as pessoas de espaços de convivência, que além de contribuir com ações práticas, ajuda no restabelecimento da saúde física.

 

Quando solicitado a auxiliar, ofereça o melhor de si. Evite querer “aparecer” aparentando infalível. Quando damos o máximo de nós, sentimos bem, mesmo que a experiência não seja exitosa.

 

Respeite a opinião daqueles que compareceram a uma reunião que você não pôde ir, afinal, decidiram o melhor que puderam, na sua ausência.

 

Sempre que convocado, aceite os postos de maior responsabilidade, e dê sincera importância a realização de suas tarefas. Quando solicitado à prestação de contas, apresente-se com humildade.

 

Busque fazer mais do que o absolutamente necessário, unindo-se àqueles que põem mãos à obra com toda a boa vontade e com todo o zelo em prol do êxito dos trabalhos, sentindo-se responsável e feliz por ser você quem se permitiu escolher ser artífice do bem coletivo.

 

Se for uma obra social, filantrópica, lembre-se também de contribuir para pagamento dos compromissos materiais, financeiros. Preste seu concurso regular e não espere ser lembrado para cooperar. Pense nisso, mas pense agora!

 

Saulo Gouveia é consultor financeiro e organizacional e atua oferecendo novos significados para viver as virtudes em abundância. Articulista de A Gazeta, escreve neste espaço aos domingos. saulogouveia@seubolso.com.br ou www.seubolso.com.br.

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