O Natal e a Abundância

24/12/2019

 

 

Um famoso palestrante começou um seminário segurando uma nota de 100 reais. E perguntou ao público: - Quem quer esta nota de 100 reais? Mãos começaram a erguer, enquanto o orador amassava a nota. - Quem ainda quer a nota? As mãos continuaram erguidas. A seguir ele jogou a nota no chão e começou a pisá-la e a esfregá-la. Com a nota imunda e amassada, perguntou: - E agora? Quem ainda quer esta nota? Todas as mãos permaneceram erguidas. Então o pensador disse:

 

- Meus amigos, aprendam essa lição: Não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta cédula, porque ela não perde o valor. Ela sempre valerá 100 reais. Essa situação também se dá conosco. Muitas vezes em nossa vida, somos amassados e pisoteados por decisões que tomamos ou pelas circunstâncias que vêm em nossos caminhos, e assim, ficamos nos sentindo desvalorizados, sem importância. Porém, não importa o que aconteceu ou o que acontecerá, jamais perderemos o nosso valor perante o Universo. Quer estejamos amassados ou inteiros, nada disso altera a importância, o preço de nossa vida não é pelo que fazemos ou sabemos, mas pelo que somos!

 

O Natal chegou e com ele a reflexão que normalmente fazemos todo fim de ano, quando somos levados instintivamente a repensar em nossos valores e como estamos vivendo. É por isso que muitos adoram o Natal e outros tantos se sentem deprimidos. Uns com autoestima elevada, sentindo a abundância da vida e outros com ela em níveis "rasantes", como se o mundo fosse só escassez.

 

Mas, nunca se teve tanta riqueza na terra. Nunca foram tão abundantes os recursos à nossa disposição. Em todo o planeta existem mil possibilidades, apesar do homem egoísta, que deseja possuir tudo que esteja ao seu alcance, acumulando sem repartir, gerando os desníveis sociais que elevam a miséria.

 

No entanto, apesar das circunstâncias adversas, a prosperidade e a abundância são recursos que fluem através de nós. Estão ligadas ao autovalor, ao amor por si mesmo e a capacidade de sentir bem consigo mesmo. Daí a importância das nossas escolhas para canalizá-los.

 

O dinheiro é apenas um instrumento, um meio. Ele não determina a nossa essência. Quando deixamos de nos comparar com os outros pelo dinheiro que possuem, quando paramos de nos medir pelo tamanho da nossa conta bancária, passamos a canalizar essa abundância para nós.

 

O Universo possui leis sábias que divinamente distribui conforme nossas crenças. Se desenvolvermos um sentimento de autovalor, teremos a coragem para tentar novas metas e assim expandir nossas possibilidades. O mundo exterior é um reflexo do nosso mundo interior. Se alguém, no seu íntimo, está se sentindo bem, isso se reflete na sua aparência, no seu semblante e ele vai atrair experiências positivas para sua vida. Irá canalizar as energias positivas, passando a receber o efeito bumerangue de seus sentimentos e pensamentos. Sendo assim, a prosperidade e abundância serão apenas a consequências naturais da sua mente.

 

Portanto, o Natal chega e com ele as esperanças se renovam, nossos desejos tornam-se mais puros, nossos ideais miram o bom e o belo. Inspirados no aniversariante transcendem. Pense nisso, mas pense agora!

 

Saulo Gouveia é consultor financeiro e organizacional e atua oferecendo novos significados para viver as virtudes em abundância. Articulista de A Gazeta, escreve neste espaço aos domingos. saulogouveia@seubolso.com.br ou www.seubolso.com.br.

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