Insucesso ou Fracasso

06/01/2020

 

 

 

Ed Koch, prefeito da cidade de Nova Iorque, nos anos 70, ficou famoso porque a toda pessoa que encontrava nas ruas da cidade ele fazia apenas uma única pergunta: "como eu estou me saindo?".

 

Seu desejo era melhorar e crescer profissionalmente para servir à comunidade. Ele recebia mensagens na “lata” sobre os seus pontos fracos e sobre o que estava realmente pegando. Além é claro, de ajudar a entender melhor as pessoas e suas percepções sobre as coisas.

 

A pergunta “como eu estou me saindo?” ajuda a descobrir quem é apenas falastrão e quem está comprometido com mudanças e melhorias. Ed Koch utilizava o insucesso para não fracassar, os erros para aprender e crescer. Ele sabia bem a diferença entre insucesso e fracasso.

 

Apesar de parecer ser a mesma coisa insucesso não é igual ao fracasso. O insucesso é um resultado, apesar de negativo, de rápida recuperação. Já o fracasso traz danos de longa duração.

 

O insucesso traz oportunidades de aprendizado e de criatividade quando bem absorvido. Adiciona conhecimentos e experiências que geram a energia criativa e inovadora.

 

O fracasso é desastre econômico ou pessoal e leva o indivíduo à perda da reputação e muitas vezes com as pessoas maldizendo-a como alguém desonesto. Na verdade uma coisa não está necessariamente ligada a outra, o desonesto às vezes tem boa reputação.

 

As maiores derrotas são daqueles que se preocupam com os aplausos fazendo-os perder energia com foco errado. Perda de tempo, porque as mesmas pessoas que lhe aplaudem hoje são aquelas que iriam vaiar se você estivesse sendo enforcado.

 

Sair-se vencedor é buscar sempre mecanismos de superação dos obstáculos e utilizar os insucessos para lograr êxitos na empreitada. Os prejuízos são parte da conquista e não devem ser chorados e nem lamentados, devem sim ser aproveitados proativamente.

 

O que é um problema para alguns, pode para outros, ser um meio de crescer. Você será uma pessoa de sucesso quando obtiver êxito do aparente fracasso, por saber que na caminhada para ter um lugar ao sol ficará com algumas bolhas nos pés e uns calos nas mãos.

 

Existem três tipos de pessoas: Aquelas que fazem as coisas acontecerem, por saber que para ter lucro precisa de risco, para ter experiência corre-se perigo e para obter recompensa precisa de trabalhar. Outras são aquelas que vêem as coisas acontecerem e por fim existem aquelas que perguntam: “O que foi que aconteceu?”. Pense nisso, mas pense agora!

 

Saulo Gouveia é consultor financeiro e organizacional e atua oferecendo novos significados para viver as virtudes em abundância. Articulista de A Gazeta, escreve neste espaço aos domingos. saulogouveia@seubolso.com.br ou www.seubolso.com.br.

 

Saulo Gouveia é consultor financeiro e organizacional e atua oferecendo novos significados para viver as virtudes em abundância. Articulista de A Gazeta, escreve neste espaço aos domingos. saulogouveia@seubolso.com.br ou www.seubolso.com.br

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