Vamos fazer regime?

10/02/2020

 

 

Um homem castigou sua filhinha de três anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado, que ela envolvia uma caixinha para depois coloca-la debaixo da árvore de natal. Na manhã seguinte, a menininha levou o presente ao pai e disse: - Isto é para você paizinho! Ele ficou envergonhado.

 

Ao abrir a caixinha e encontrá-la vazia voltou a ficar bravo. - Não se dá de presente uma caixa vazia minha filha. - Mas papai, ela tem montão de beijos que joguei aí dentro, todos para você. O pai não sabia o que fazer de vergonha. Abraçou a filha e pediu perdão.

 

A partir daquele dia, toda vez que o pai sentia triste, chateado, deprimido, pegava a caixinha de beijos imaginários e recordava o amor que sua filha havia depositado ali. De forma simples, mas sensível, cada um de nós tem recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos, amigos... Ninguém pode ter propriedade melhor que essa.

 

A menina de três anos usou da sensibilidade para dar o melhor de si ao pai no natal, seu amor incondicional, e você como está usando seus recursos?

 

Hoje em dia os descuidados transferem os valores para coisas materiais, buscando a felicidade onde ela nunca estará. Buscam nas músicas estridentes feitas para alterar o ritmo nervoso e encontram toxinas, luxúria e violência. Distraem com as leituras sensualistas construídas para corromper e reduzir os valores morais. Gastam o seu tempo com conversas vulgares e sem sentido útil, apenas negligenciam o caráter.

 

O consumo consciente é a solução para os males que prejudicam a sociedade. Vale a pena cultivar a saúde física e mental para evitar o sofrimento causado pelo consumo irresponsável. Vamos fazer um regime para preservar a saúde e a felicidade, evitando aquilo que excita a mente, o corpo, a emoção.

 

Pergunte: Que tipo de toxinas estou colocando hoje no meu corpo? E decida: Vou começar um regime não ingerindo alimentos nocivos e nem consumindo produtos que contenham toxinas. Darei preferencia aos alimentos que preservem a paz, o bem-estar e a alegria no meu corpo, da minha família e da sociedade.

 

Que tipo de toxinas estou alimentando a alma? Vou começar um regime não assistindo certos programas de televisão, a certos filmes ou lendo livros ou revistas que contenham violência e sensualismo inebriante, viciante e venenoso.

 

Vou fazer jejum da violência, do medo, da raiva e da confusão. Buscarei ouvir as músicas que harmonizam, ler publicações que instruem, edificam e educam. E buscarei as boas companhias para conversações saudáveis que levantam o meu ânimo.

 

Inspirar-me-ei nas palavras de Joanna de Angelis: “Poupa-te à onda de indignidade que toma conta do mundo e das pessoas”. Pense nisso, mas pense agora.

 

Saulo Gouveia é consultor financeiro e organizacional e atua oferecendo novos significados para viver as virtudes em abundância. Articulista de A Gazeta, escreve neste espaço aos domingos. saulogouveia@seubolso.com.br ou www.seubolso.com.br.

 

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